Acho que a melhor forma de conhecer alguém não é lendo aquelas descrições breves - e bregas - sobre a pessoa com as informações de praxe: livros, filmes, músicas, cor, lugar...
Alguém só se conhece convivendo. Nem que seja via uma tela de computador.
Então ao invés de fazer uma lista dos meus interesses (nem sei se seria capaz de tamanha proeza) vou fazer uma série de post sobre coisas que gosto.
Vou começar pela mais óbvia: Alice in the Wonderland.
Quem me conhece sabe que amo; quem acessou o blog deduziu pela foto no perfil.
Eu conheci a história quando era bem pequena através da animação da Walt Disney. Eu tinha uma coleção de fitas de animação (sim, eu sou desse tempo) e ganhei esta no meu aniversário de 9 ou 10 anos. Assisti tantas vezes que sou capaz de dizer qualquer fala daquele filme. Um amigo meu tinha o livro de Alice no País do Espelho e me emprestou, li de um fôlego só. Um tempo depois (já na adolescência) tive a oportunidade de comprar o livro de uma edição especial [Alice - Edição comentada. Lewis Carroll. Editor: Jorge Zahar. Ilustrações originais de Jonh Tenniel. Introdução e notas de Martiin Gardner ]. E eis-me aqui.
Um pouco do autor
O autor é Chales Lutwidge Dodgson, mas se tornou conhecido pelo pseudônimo com que assinava seus escritos - Lewis Carroll. Nasceu em Daresbury (Inglaterra), no dia 27 de janeiro de 1832.
Era professor de matemática em Christ College em Oxford; e também romancista e poeta, tendo escrito no estilo nosense [nosense é um estilo geralmente com caráter humorístico que à principio parece apresentar um história sem sentido, mas que, na verdade, pode se perceber um excesso de sentido, com várias interpretações possíveis para a obra].
Com o passar dos anos sua saúde foi se deteriorando e morreu em 14 de janeiro de 1898 devido a uma pneumonia.
Um pouco de história da estória
Há dois livros: Alice no País das Maravilhas (Alice in the Wonderland) e Alice Através do Espelho (Alice in through the glass). Os livros foram escritos para Alice Liddell, e desde o início foram um sucesso.
O primeiro filme da história foi Alice in the Wonderland em 1903, dirigido por Cecil Hepworth. O primeiro desenho animado, Betty in Blunderland em 1933, dirigido por Dave Fleischer, animado por Roland Crandall e Thomas Jonhson.
Eu e Alice
Desde criança e até hoje sinto que tenho muito em comum com essa personagem. De modo que rendeu-me entre os meus amigos o apelido de Tainálice. Eu gostei, mas não pegou (vai ver que foi por isso mesmo).
Sem mais delongas, com a palavra - Alice:
"Vamos, não adianta nada chorar assim!" disse Alice para si mesma, num tom um tanto áspero, "eu a aconselho a parar já!" Em geral dava conselhos muito bons para si mesma (embora raramente os seguisse), repreendendo-se de vez em quando tão severamente que ficava co lágrimas nos olhos; certa vez teve a ideia de esbofetear as próprias orelhas por ter trapaceado num jogo de croqué que estava jogando contra si mesma, pois essa curiosa criança gostava muito de fingir ser duas pessoas. "Mas agora", pensou a pobre Alice, "não adianta nada fingir ser duas pessoas!" Ora, mal sobra alguma coisa de mim para fazer uma pessoa apresentável!"




Nenhum comentário:
Postar um comentário