Qual é então o verdadeiro rosto da paciência, se não consiste em suportar o mal?
A paciência leva-nos a suportar o erro, a contradição, os aborrecimentos e, de maneira geral, todas as contrariedadesque nos vem das pessoas e das coisas. Ser paciente é conservaar domínio de si. As pessoas sucetíveis ou violêntas não são capazes disso. A não ser que os seus destemperos e arrebatamentos sejam ocasionados por uma deficiência física, são indícios de fraqueza de vontade. A força manifesta-se no auto-domínio. Mas o audomínio não é inato; é preciso aprendê-lo. A paciência adiquire-se de duas maneiras: através das convicções e através do execício.
Fonte: As pequenas virtudes do lar. Georges Chevrot. Ed. Quadrante, 1990.

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